* Por Julinho Andrade

Desde ontem essa frase acima grudou na minha cabeça. Primeiro porque sou redator e a gente vive tentando construir títulos como esse: curto, claro e que instigue a ler o texto que vem em seguida, exatamente como você está fazendo agora.

Outro motivo para ficar tão impactado por esse título tem a ver com o contexto em que ele foi apresentado. Foi a conclusão perfeita para tudo o que se falou no ProXXIma 2018, evento realizado pelo Meio & Mensagem, em São Paulo.

A urgência em inovar ficou evidente a cada palestra, em cada debate e em todas as rodas formadas nos coffee breaks. A transformação digital e toda a sopa tecnológica que ela traz, como VR, AR, IA, BOTS, IoT e Blockchain já não são mais efeitos de filmes de ficção.

Ano após ano, empresas da indústria de TI entram para a lista das mais valiosas do mundo. Por outro lado, das empresas que figuravam entre as 500 maiores na lista da Fortune há 50 anos, apenas 10% continuam lá. Perderam o timing. Não inovaram. Pagaram o preço.

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