A viagem da Mark Up ao Festival Path 2018

Foram mais ou menos 300 horas de palestras na 6ª edição do Festival Path, um dos maiores eventos de criatividade e inovação do Brasil. Impossível assistir a tudo e ter uma única opinião sobre o festival. Por isso e em favor da troca de ideias, nosso pessoal de Criação, Planejamento e Inteligência compilou suas opiniões em 4 pequenas crônicas que só têm uma coisa em comum: a diferença entre elas.

Capítulo 4

A NAVE-MÃE

Por Karina Freitas, Diretora de Marketing e Inteligência da Mark Up

Alguns conteúdos do Festival Path parecem ter vindo de outro planeta, como a palestra “O cheiro dos dados”. Isso mesmo, dados podem ter cheiro! A holandesa Leanne Wijnsma está desenvolvendo um hardware que exala um cheiro quando seu computador ou dispositivo pessoal está sendo hackeado ou detecta algum tipo de vírus.

Com o mundo digital, nós perdemos o olfato, esse sentido tão importante que também contribuiu para assegurar a sobrevivência dos primeiros seres humanos por ser um sinalizador de perigo. O estudo foi inspirado no cheiro do vazamento de gás por conseguirmos identificar o cheiro do perigo. E quando temos um vazamento de dados? Seria possível sentir o cheiro da ameaça? É possível projetar um odor para dados? Ela diz que sim! E comprovamos isso na palestra por meio da amostra da fragrância – cheiro de metal queimado, de curto-circuito – que está sendo trabalhada em seu projeto.

Viagem? Então, que tal falar de ufologia? Esse tema é realmente de outro planeta. Conheci na palestra um protótipo da nave-mãe extraterrestre vista pelo contatado de 2º grau, Lourival Gomes Navarro. Ele enxergou uma nave-mãe a cerca de 100 metros sobrevoando a Vila Mariana, em São Paulo. Da nave saíam outras menores (discos) para visitar locais no nosso mundo.

Lourival e Rogério Feitosa (ideiasdemarte.com.br) falaram sobre raças e quais delas são mais propícias a viajar para outros planetas. Citaram vários documentos, principalmente, do governo americano, que registram a visita dessas naves, mas que são ocultados. Para eles, não restam dúvidas: não estamos sozinhos no universo. E você, o que acha?

O Festival Path é assim. Uma nave-mãe que dissemina conteúdo dos mais diversos tipos para todxs, de todxs e com todxs.

Diversidade foi um dos temas mais abordados no festival, presente em praticamente todas as categorias. De palestras que abordaram o tema – “Marcas com atitude” – à empregabilidade, passando pela educação e tecnologia.

Falando em tecnologia, entre todos os temas apresentados de IA, para mim, fica a palestra do Fábio Mariano Borges com o Danilo Cid, já citados pela minha amiga Gisele, mas que eu também não poderia deixar de mencionar. Eles formaram uma superdupla na palestra. O Danilo é ótimo, mas sou muito fã do Fábio. Ele realmente tem um olhar inusitado para relatar tendências e inovação, apresentando de forma muito didática as conexões que faz. É uma aula de história até a nova era.

A palestra foi sobre homens e máquinas: “Tudo que puder ser automatizado será. O que fazemos e como fazemos mudará. O que fica? Repense o seu porquê: propósito. Repense sua conduta: transparência. Repense os pontos de vista: inclusão e empoderamento. Repense os padrões: desconstrução e articulação. MODO HUMANO: ATIVAR”.

Ao ativar o modo humano, entre uma palestra e outra, foram várias coxinhas e muito café, conversas gostosas e uma energia ímpar que todos os anos toma conta da Vila Madalena e de Pinheiros. Festival Path, essa viagem vale a pena!

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